Sistema de Controle Interno do Exército Brasileiro - SisCIEX
O Comando do Exército cria um sistema de controle interno (intitulado Sistema de Controle Interno do Exército Brasileiro - SisCIEX) eficaz, eficiente, efetivo em diversos aspectos em relação ao controle interno prévio e posteriori, na medida em que se realiza procedimentos de pré-auditoria e auditoria de campo. Vale ressaltar que possui um sistema de Auditoria Interna altamente organizada, sendo considerado um dos sistemas de Controle Interno mais organizados e transparentes dentro da estrutura organizacional das instituições públicas, na medida em que sua estrutura é organizada e altamente controlada dentro de cada setor específico, incluindo atividades de assessoramento, fiscalização, controle, atividades orçamentárias, entre outras atividades relacionadas ao sistema de controle interno.
Fonte: GUEDES, Joeldson Ferreira. AGUIAR, Anderson Silva de Aguiar. A ESTRUTURA DE CONTROLE INTERNO E AS FERRAMENTAS DE CONTROLE DO EXÉRCITO BRASILEIRO. Ano?
Conselho Nacional de Controle Interno
Foi no ano de 2011, que o sistema de Auditoria Governamental, segundo Castro, ficou dividida em: Auditoria de Gestão, Auditoria de Acompanhamento da Gestão, Auditoria Contábil, Auditoria Operacional e Auditoria Especial. Dentro desse mesmo estudo de Castro (2011), verificou-se que a Auditoria de Gestão é a que predomina em 94% dos órgãos públicos estudados.
Fonte: Panorama do controle interno no Brasil / Organizadores Gustavo Gonçalves Ungaro e Raphael Rodrigues Soré. – Brasília : CONACI, 2014. 140 p.
Quanto aos recursos metodológicos de
auditoria, os mais utilizados nos dias atuais:
2016:
Medida sancionada pelo presidente Temer transforma a CGU (Controladoria Geral
da União) e a rebaixa à categoria de Secretaria ligada ao Ministério da
Transparência, Fiscalização e Controle e revolta funcionários que alegam que
dessa forma a Controladoria perderá sua autonomia na realização das auditorias
internas
Fachada da CGU (prédio Darcy Ribeiro) localizada no Setor de Autarquias
Sul, em Brasília/DF
Entre as
várias medidas de criação e extinção de Ministérios no ano de 2016, a CGU
entrou nessa levada com o argumento de corte e enxugamento de despesas na
Administração Pública. Ato decretado pelo presidente, então na época interino,
Michel Temer, determina que a CGU perderá sua autonomia e ficará ligada ao
Ministério da Transparência, o que ocasionou revolta e protestos entre os
funcionários da instituição responsável pelo controle interno das instituições
públicas ligadas ao poder Executivo. Os funcionários alegam que a Instituição
perderá seu poder de combate à corrupção, além da perda de identidade do nome
de Controladoria e fazem uma previsão política de enfraquecimento do órgão, já
que ficará subordinada diretamente a um Ministério, e à Presidência da
República.




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